Desafios e oportunidades do empreendedorismo feminino

Segundo o Sebrae, nos últimos catorze anos o número de mulheres empreendedoras cresceu 34%. Segundo o perfil traçado, 40% delas têm menos de 34 anos e boa parte empreende em casa (35%).

E por que isso acontece? Será que não conseguimos ficar longe das funções de casa? Como diz Caetano, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Se você é uma mulher empreendedora, já deve saber que os desafios não são os mesmos dos empresários homens.

Infelizmente ainda vivemos em um mundo onde as mulheres acumulam papéis e sofrem vários tipos de preconceito. No mundo corporativo, isso acontece com mais frequência. Listamos alguns desafios e oportunidades para nos ajudar a refletir melhor sobre o tema:

Empreendedorismo feminino e vida pessoal

Um dos desafios mais citados pelas empreendedoras é este: conciliar a carreira com a vida pessoal. Isso provavelmente acontece porque as mulheres não dividem com seus companheiros a carga doméstica como poderiam. Esse fenômeno é algo bem cultural, pois em outros países, como a França, dividir as tarefas cotidianas é mais comum.

Uma situação frequente é quando a mulher começa empreender antes do casamento e, quando se casa e chega o primeiro filho, entra em um dilema de como conciliar tudo. Sem falar que não há licença maternidade: quando se é autônomo, é necessário se planejar com muito mais antecedência. Ou seja: aliar a vida pessoal com a profissional da empreendedora é um grande desafio!

Mulheres empreendedoras e o preconceito

Outro grande desafio é lidar com o preconceito de alguns homens no mercado de trabalho. Como conta a fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Lúcia Fontes, não é fácil ter que ouvir que o seu currículo é perfeito mas é “uma pena que você seja mulher”.
Veja o vídeo dela:

Isso também acontece com quem está empreendendo: ainda há falta de credibilidade por parte do público masculino para seguir ou contratar líderes femininas. Prova disso é o baixo número de mulheres na política e na frente de grandes empresas.

Uma luz: independência financeira e flexibilidade de horário

Mas a vida de empreendedora tem, sim, muitas oportunidades. A possibilidade de independência financeira é um ganho que mulheres há quarenta anos atrás mal podiam imaginar que fosse possível. “A liberdade de trabalhar com o que eu quiser e ter flexibilidade nos horários não tem preço”, conta Valéria Rodrigues, empreendedora.

Essa mesma flexibilidade pode ser aliada quando a mulher está em conflito sobre como equilibrar o negócio com sua vida pessoal.

E na sua opinião, qual a parte positiva e negativa de ser empreendedora?

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